O tempo de duração do curso pode variar de acordo com o ritmo de estudo do aluno, mas sempre respeitando o tempo mínimo de 6 meses e o tempo máximo de 18 meses para a conclusão do curso.
A Vigilância Sanitária, considerada um tipo de vigilância em saúde, apresenta atribuições como a proteção e acompanhamento da situação de saúde das pessoas e a prevenção de agravos e doenças transmissíveis e não transmissíveis.
Dessa forma, a função da Vigilância Sanitária é fiscalizar produtos e serviços oferecidos à população como, por exemplo, medicamentos, alimentos e cosméticos.
Outras competências da Vigilância Sanitária são ações de prevenção, promoção e proteção da saúde, bem como a fiscalização de produtos importados e exportados, formando uma espécie de barreira para produtos que possam afetar a saúde da população ou o meio ambiente.
Você vai conhecer as definições, os objetivos, os campos de atuação e os órgãos responsáveis pela Vigilância Sanitária.
A expressão vigilância em saúde está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde da população, assim como aos mecanismos adotados para a prevenção de doenças.
Envolve a vigilância epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
Assim, atua sobre fatores de risco associados a produtos, insumos e serviços relacionados à saúde, ao meio ambiente e ao ambiente de trabalho, com a circulação internacional de transportes, cargas e pessoas.
A saúde pública brasileira passou por um processo crescente de organização ao longo de sua história, com resultados amplamente favoráveis, como, por exemplo, a expressiva queda da mortalidade geral, a certificação da erradicação de algumas doenças em território nacional e a implantação do Programa Nacional de Imunizações.
Assim, o fortalecimento da área regulatória no país possibilitou que as condições de vida e saúde no Brasil evoluíssem favoravelmente.
A inserção do farmacêutico nesse vasto conjunto de atribuições de vigilância é fundamental para a proteção da saúde pública, visto que atua aferindo o risco sanitário relativo à fabricação, à manipulação, à armazenagem, ao transporte e à distribuição de drogas, aos medicamentos, aos insumos farmacêuticos e aos produtos para a saúde.
Você estudará a importância da vigilância em saúde para a sociedade, assim como a história da vigilância sanitária em nível mundial e nacional.
Além disso, relacionará as demandas da profissão farmacêutica e as exigências da vigilância sanitária.
O interesse em contar o número de casos de doenças e óbitos e controlar a disseminação de patologias contagiosas surgiu há muito tempo, em distintas sociedades e momentos históricos.
Relatos das primeiras medidas de saúde referentes a ações de vigilância estão relacionados com a instituição da quarentena, a fim de evitar a disseminação de pestes.
A necessidade de registro de informações relacionadas à ocorrência de doenças para a tomada de ações de controle foi se tornando cada vez mais evidente, fazendo com que medidas fossem adotadas para a coleta de dados.
A vigilância em saúde consiste na coleta sistemática e contínua, na análise e na interpretação de dados sobre desfechos específicos, a fim de planejar e avaliar as práticas em saúde.
Você vai conhecer as competências da vigilância epidemiológica, identificar o conceito de vigilância em saúde, sanitária e ambiental, assim como conhecer os sistemas epidemiológicos nacionais existentes para o registro de dados.
Epidemiologia é a palavra que designa o estudo dos padrões da ocorrência de doença em populações humanas e os fatores que determinam esses padrões.
A partir dela, os órgãos de saúde pública obtêm ferramentas que acompanham a evolução das características de saúde da população, permitindo o desenvolvimento de novos métodos, procedimentos, ações e até tecnologias em saúde.
Isso ocorre a partir da aplicação dos estudos epidemiológicos aliados aos órgãos de vigilância.
Você vai entender o que é a vigilância em saúde no sentido mais amplo da denominação, além de ver como ela é desenvolvida a partir do uso da epidemiologia para auxiliar na promoção da saúde e no controle de doenças e agravos.
A regulamentação da saúde faz parte do conjunto de funções do Estado, e as leis regulatórias, em geral, têm por finalidade proteger o interesse público.
O conceito de regulação é a forma como o Estado atua para evitar que práticas em determinado setor variem além de certos limites preestabelecidos.
A expressão regulação sanitária foi criada juntamente com as agências reguladoras, a partir da publicação da Lei n.° 8.080/1990, também conhecida como Lei Orgânica da Saúde.
Esse foi o gatilho para a criação da vigilância sanitária, setor da saúde pública mencionado na Constituição Federal como parte integrante do Sistema Único de Saúde, o SUS.
As novas tecnologias da saúde são parte dos desafios da regulação sanitária no mundo e, nesse contexto, a vigilância sanitária atua avaliando as condições de fabricação e distribuição das tecnologias.
Você conhecerá a importância da regulação sanitária no SUS, assim como os principais desafios à regulação sanitária nas políticas de saúde brasileira.
Além disso, aprenderá a avaliar as necessidades de registros na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no que se refere aos serviços e às tecnologias na área da saúde.
A atuação do profissional de saúde na Atenção Básica deve ser orientada por instrumentos de apoio desenvolvidos principalmente pelo Ministério da Saúde.
Assim, o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) é considerado um valioso instrumento de apoio às ações de promoção da saúde oferecidas aos profissionais da área e aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), visando aumentar a qualidade da assistência à população.
Valorizar a avaliação do estado nutricional é uma atitude essencial para o aperfeiçoamento da assistência e da promoção à saúde. Atualmente, a tecnologia é grande aliada na assistência em saúde.
O e-SUS AB entra com o objetivo de melhorar a qualidade da informação em saúde e otimizar o uso dessas informações pelos gestores, profissionais de saúde e cidadãos.
Você irá identificar o SISVAN, analisá-lo nos ciclos da vida e reconhecer a estratégia e-SUS AB como um recurso tecnológico na nutrição.
A biossegurança tem um papel muito importante na vida do profissional dos serviços de saúde.
Ela consiste em um conjunto de normas com o objetivo de garantir a segurança do trabalhador e dos pacientes e a não contaminação do meio ambiente.
Até pouco tempo atrás, essas normas não existiam e os riscos de contaminações eram muito maiores.
Com a descoberta sobre as formas de transmissão de doenças como a AIDS e a hepatite B, a preocupação com a saúde do profissional da área da saúde aumentou, culminando na criação de uma série de princípios de biossegurança que norteiam a prática profissional.
Você estudará como essas novas regulamentações na área da saúde foram surgindo ao longo do tempo até a consolidação da biossegurança e seus princípios gerais.
A legislação brasileira sobre biossegurança é relativamente recente. As primeiras ações específicas voltadas a essa área iniciaram nos anos 80.
Somente em 1995 foi publicada a Primeira Lei de Biossegurança no país. Essa lei foi revogada pela Segunda Lei de Biossegurança, publicada em 2005.
Iremos estudar mais sobre os aspectos legais relacionados à biossegurança, bem como as interfaces relativas à aplicação da biossegurança na pratica laboratorial.
A legislação de alimentos foi criada com a finalidade de garantir critérios mínimos para assegurar a qualidade higiênico-sanitária de alimentos produzidos, manipulados ou distribuídos por todo e qualquer estabelecimento nacional.
A resolução RDC nº. 216 de 2004 aplica-se a todos os serviços de alimentação que realizam as seguintes atividades: manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao consumo, os quais devem seguir a legislação de alimentos federal, estadual e municipal, conforme definido.
Você conhecerá a legislação de alimentos e os órgãos responsáveis pela criação dessas leis, além de sua fiscalização e monitoramento.
Ainda, conhecerá a legislação federal e o exemplo de legislação estadual de alimentos (do estado de São Paulo) e suas características.
O alimento é um componente essencial para a existência e a sobrevivência humana.
Os alimentos podem ser de origem vegetal ou animal e contêm nutrientes como carboidratos, lipídeos, proteínas, vitaminas, minerais e fibras, entre outros compostos secundários como os antioxidantes, importantes para a saúde do homem.
No entanto, ao mesmo tempo em que os alimentos são essenciais, eles também são fonte de transmissão de doenças quando não são cumpridas as boas práticas de manipulação.
O setor de alimentação está presente nas mais diversas áreas, incluindo escolas, indústrias e empresas, e, nesses casos, servem, geralmente, um grande volume de refeições em um mesmo local.
As empresas que aderem ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) têm como objetivo fornecer aos funcionários uma alimentação com qualidade higiênico-sanitária e nutricional.
Assim, o nutricionista é o responsável por garantir que todos os processos de boas práticas sejam cumpridos com rigorosidade.
A necessidade de reduzir as DTAs e ter controle sobre o que é produzido e entregue aos consumidores levou ao desenvolvimento de legislações específicas sobre produção de alimentos, efetivando, assim, uma política nacional de segurança dos alimentos.
Esse fato garantiu que um órgão governamental fiscalize os locais de produção de alimentos e impeça que problemas com falta de higiene ocorram durante o processo de produção de alimentos. Essa é uma das maneiras de o governo reduzir os problemas de saúde pública.
Você conhecerá o processo histórico que envolve a legislação sanitária, de alimentos e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil.
Compreenderá também a importância da aplicação das legislações voltadas para a segurança alimentar em unidades de alimentação e nutrição, bem como a utilização do checklist como um instrumento de monitoramento, controle e supervisão das ações de higiene em estabelecimentos que manipulam e comercializam alimentação.
Ao longo da evolução da sociedade, o homem sempre buscou melhorar suas condições de vida e inovar diante das tecnologias oferecidas.
De uma forma ou de outra, sempre houve quem pensasse em soluções não imaginadas ou em alternativas para os grandes desafios de cada época.
Ou seja, sempre existiram atitudes empreendedoras na vida em sociedade. O termo empreendedorismo, no entanto, não é assim tão antigo.
Desde as suas primeiras colocações na Europa, são feitas algumas correlações com os primeiros grandes feitos da humanidade como forma de demonstrar a atitude visionária e a atuação dinâmica de um empreendedor.
Você verá sobre o tema do empreendedorismo, identificando origens, destaques, evolução de conceitos e as características de um empreendedor.
Além disso, poderá refletir sobre suas próprias habilidades e atitudes diante desse importante tema.
As mudanças tecnológicas, sociais, ambientais e políticas que as nações têm sofrido na contemporaneidade geram na sociedade grande instabilidade e dúvidas em relação a que caminho seguir.
Porém, é justamente em cenários de incertezas e de desafios que a temática do empreendedorismo emerge com maior vigor e vislumbra novas oportunidades.
No contexto brasileiro, observa-se que o empreendedorismo tem sido uma opção de investimento para muitas pessoas, por necessidade ou por escolha.
O Microempreendedor Individual (MEI), por exemplo, é uma das modalidades de abertura de negócios muito aplicada atualmente, pois permite que as pessoas prestem serviços a grandes empresas de forma independente.
Você apreenderá como se caracteriza o empreendedorismo e sua relevância atual, refletirá sobre o funcionamento de um projeto empreendedor na prática e compreenderá como funciona a mente do empreendedor em seu processo criativo.
Nível: Especialista
Nível: Especialista
O tempo de duração do curso pode variar de acordo com o ritmo de estudo do aluno, mas sempre respeitando o tempo mínimo de 6 meses e o tempo máximo de 18 meses para a conclusão do curso.
A Vigilância Sanitária, considerada um tipo de vigilância em saúde, apresenta atribuições como a proteção e acompanhamento da situação de saúde das pessoas e a prevenção de agravos e doenças transmissíveis e não transmissíveis.
Dessa forma, a função da Vigilância Sanitária é fiscalizar produtos e serviços oferecidos à população como, por exemplo, medicamentos, alimentos e cosméticos.
Outras competências da Vigilância Sanitária são ações de prevenção, promoção e proteção da saúde, bem como a fiscalização de produtos importados e exportados, formando uma espécie de barreira para produtos que possam afetar a saúde da população ou o meio ambiente.
Você vai conhecer as definições, os objetivos, os campos de atuação e os órgãos responsáveis pela Vigilância Sanitária.
A expressão vigilância em saúde está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde da população, assim como aos mecanismos adotados para a prevenção de doenças.
Envolve a vigilância epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
Assim, atua sobre fatores de risco associados a produtos, insumos e serviços relacionados à saúde, ao meio ambiente e ao ambiente de trabalho, com a circulação internacional de transportes, cargas e pessoas.
A saúde pública brasileira passou por um processo crescente de organização ao longo de sua história, com resultados amplamente favoráveis, como, por exemplo, a expressiva queda da mortalidade geral, a certificação da erradicação de algumas doenças em território nacional e a implantação do Programa Nacional de Imunizações.
Assim, o fortalecimento da área regulatória no país possibilitou que as condições de vida e saúde no Brasil evoluíssem favoravelmente.
A inserção do farmacêutico nesse vasto conjunto de atribuições de vigilância é fundamental para a proteção da saúde pública, visto que atua aferindo o risco sanitário relativo à fabricação, à manipulação, à armazenagem, ao transporte e à distribuição de drogas, aos medicamentos, aos insumos farmacêuticos e aos produtos para a saúde.
Você estudará a importância da vigilância em saúde para a sociedade, assim como a história da vigilância sanitária em nível mundial e nacional.
Além disso, relacionará as demandas da profissão farmacêutica e as exigências da vigilância sanitária.
O interesse em contar o número de casos de doenças e óbitos e controlar a disseminação de patologias contagiosas surgiu há muito tempo, em distintas sociedades e momentos históricos.
Relatos das primeiras medidas de saúde referentes a ações de vigilância estão relacionados com a instituição da quarentena, a fim de evitar a disseminação de pestes.
A necessidade de registro de informações relacionadas à ocorrência de doenças para a tomada de ações de controle foi se tornando cada vez mais evidente, fazendo com que medidas fossem adotadas para a coleta de dados.
A vigilância em saúde consiste na coleta sistemática e contínua, na análise e na interpretação de dados sobre desfechos específicos, a fim de planejar e avaliar as práticas em saúde.
Você vai conhecer as competências da vigilância epidemiológica, identificar o conceito de vigilância em saúde, sanitária e ambiental, assim como conhecer os sistemas epidemiológicos nacionais existentes para o registro de dados.
Epidemiologia é a palavra que designa o estudo dos padrões da ocorrência de doença em populações humanas e os fatores que determinam esses padrões.
A partir dela, os órgãos de saúde pública obtêm ferramentas que acompanham a evolução das características de saúde da população, permitindo o desenvolvimento de novos métodos, procedimentos, ações e até tecnologias em saúde.
Isso ocorre a partir da aplicação dos estudos epidemiológicos aliados aos órgãos de vigilância.
Você vai entender o que é a vigilância em saúde no sentido mais amplo da denominação, além de ver como ela é desenvolvida a partir do uso da epidemiologia para auxiliar na promoção da saúde e no controle de doenças e agravos.
A regulamentação da saúde faz parte do conjunto de funções do Estado, e as leis regulatórias, em geral, têm por finalidade proteger o interesse público.
O conceito de regulação é a forma como o Estado atua para evitar que práticas em determinado setor variem além de certos limites preestabelecidos.
A expressão regulação sanitária foi criada juntamente com as agências reguladoras, a partir da publicação da Lei n.° 8.080/1990, também conhecida como Lei Orgânica da Saúde.
Esse foi o gatilho para a criação da vigilância sanitária, setor da saúde pública mencionado na Constituição Federal como parte integrante do Sistema Único de Saúde, o SUS.
As novas tecnologias da saúde são parte dos desafios da regulação sanitária no mundo e, nesse contexto, a vigilância sanitária atua avaliando as condições de fabricação e distribuição das tecnologias.
Você conhecerá a importância da regulação sanitária no SUS, assim como os principais desafios à regulação sanitária nas políticas de saúde brasileira.
Além disso, aprenderá a avaliar as necessidades de registros na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no que se refere aos serviços e às tecnologias na área da saúde.
A atuação do profissional de saúde na Atenção Básica deve ser orientada por instrumentos de apoio desenvolvidos principalmente pelo Ministério da Saúde.
Assim, o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) é considerado um valioso instrumento de apoio às ações de promoção da saúde oferecidas aos profissionais da área e aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), visando aumentar a qualidade da assistência à população.
Valorizar a avaliação do estado nutricional é uma atitude essencial para o aperfeiçoamento da assistência e da promoção à saúde. Atualmente, a tecnologia é grande aliada na assistência em saúde.
O e-SUS AB entra com o objetivo de melhorar a qualidade da informação em saúde e otimizar o uso dessas informações pelos gestores, profissionais de saúde e cidadãos.
Você irá identificar o SISVAN, analisá-lo nos ciclos da vida e reconhecer a estratégia e-SUS AB como um recurso tecnológico na nutrição.
A biossegurança tem um papel muito importante na vida do profissional dos serviços de saúde.
Ela consiste em um conjunto de normas com o objetivo de garantir a segurança do trabalhador e dos pacientes e a não contaminação do meio ambiente.
Até pouco tempo atrás, essas normas não existiam e os riscos de contaminações eram muito maiores.
Com a descoberta sobre as formas de transmissão de doenças como a AIDS e a hepatite B, a preocupação com a saúde do profissional da área da saúde aumentou, culminando na criação de uma série de princípios de biossegurança que norteiam a prática profissional.
Você estudará como essas novas regulamentações na área da saúde foram surgindo ao longo do tempo até a consolidação da biossegurança e seus princípios gerais.
A legislação brasileira sobre biossegurança é relativamente recente. As primeiras ações específicas voltadas a essa área iniciaram nos anos 80.
Somente em 1995 foi publicada a Primeira Lei de Biossegurança no país. Essa lei foi revogada pela Segunda Lei de Biossegurança, publicada em 2005.
Iremos estudar mais sobre os aspectos legais relacionados à biossegurança, bem como as interfaces relativas à aplicação da biossegurança na pratica laboratorial.
A legislação de alimentos foi criada com a finalidade de garantir critérios mínimos para assegurar a qualidade higiênico-sanitária de alimentos produzidos, manipulados ou distribuídos por todo e qualquer estabelecimento nacional.
A resolução RDC nº. 216 de 2004 aplica-se a todos os serviços de alimentação que realizam as seguintes atividades: manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao consumo, os quais devem seguir a legislação de alimentos federal, estadual e municipal, conforme definido.
Você conhecerá a legislação de alimentos e os órgãos responsáveis pela criação dessas leis, além de sua fiscalização e monitoramento.
Ainda, conhecerá a legislação federal e o exemplo de legislação estadual de alimentos (do estado de São Paulo) e suas características.
O alimento é um componente essencial para a existência e a sobrevivência humana.
Os alimentos podem ser de origem vegetal ou animal e contêm nutrientes como carboidratos, lipídeos, proteínas, vitaminas, minerais e fibras, entre outros compostos secundários como os antioxidantes, importantes para a saúde do homem.
No entanto, ao mesmo tempo em que os alimentos são essenciais, eles também são fonte de transmissão de doenças quando não são cumpridas as boas práticas de manipulação.
O setor de alimentação está presente nas mais diversas áreas, incluindo escolas, indústrias e empresas, e, nesses casos, servem, geralmente, um grande volume de refeições em um mesmo local.
As empresas que aderem ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) têm como objetivo fornecer aos funcionários uma alimentação com qualidade higiênico-sanitária e nutricional.
Assim, o nutricionista é o responsável por garantir que todos os processos de boas práticas sejam cumpridos com rigorosidade.
A necessidade de reduzir as DTAs e ter controle sobre o que é produzido e entregue aos consumidores levou ao desenvolvimento de legislações específicas sobre produção de alimentos, efetivando, assim, uma política nacional de segurança dos alimentos.
Esse fato garantiu que um órgão governamental fiscalize os locais de produção de alimentos e impeça que problemas com falta de higiene ocorram durante o processo de produção de alimentos. Essa é uma das maneiras de o governo reduzir os problemas de saúde pública.
Você conhecerá o processo histórico que envolve a legislação sanitária, de alimentos e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil.
Compreenderá também a importância da aplicação das legislações voltadas para a segurança alimentar em unidades de alimentação e nutrição, bem como a utilização do checklist como um instrumento de monitoramento, controle e supervisão das ações de higiene em estabelecimentos que manipulam e comercializam alimentação.
Ao longo da evolução da sociedade, o homem sempre buscou melhorar suas condições de vida e inovar diante das tecnologias oferecidas.
De uma forma ou de outra, sempre houve quem pensasse em soluções não imaginadas ou em alternativas para os grandes desafios de cada época.
Ou seja, sempre existiram atitudes empreendedoras na vida em sociedade. O termo empreendedorismo, no entanto, não é assim tão antigo.
Desde as suas primeiras colocações na Europa, são feitas algumas correlações com os primeiros grandes feitos da humanidade como forma de demonstrar a atitude visionária e a atuação dinâmica de um empreendedor.
Você verá sobre o tema do empreendedorismo, identificando origens, destaques, evolução de conceitos e as características de um empreendedor.
Além disso, poderá refletir sobre suas próprias habilidades e atitudes diante desse importante tema.
As mudanças tecnológicas, sociais, ambientais e políticas que as nações têm sofrido na contemporaneidade geram na sociedade grande instabilidade e dúvidas em relação a que caminho seguir.
Porém, é justamente em cenários de incertezas e de desafios que a temática do empreendedorismo emerge com maior vigor e vislumbra novas oportunidades.
No contexto brasileiro, observa-se que o empreendedorismo tem sido uma opção de investimento para muitas pessoas, por necessidade ou por escolha.
O Microempreendedor Individual (MEI), por exemplo, é uma das modalidades de abertura de negócios muito aplicada atualmente, pois permite que as pessoas prestem serviços a grandes empresas de forma independente.
Você apreenderá como se caracteriza o empreendedorismo e sua relevância atual, refletirá sobre o funcionamento de um projeto empreendedor na prática e compreenderá como funciona a mente do empreendedor em seu processo criativo.
Para facilitar ainda mais o seu ingresso na pós-graduação
Faça a sua matrícula e estude por 7 dias. Se nesse período você não gostar do curso, devolvemos o seu dinheiro centavo por centavo e sem ressentimentos.
Vídeos dinâmicos e de curta duração.
Estude e realize as atividades sem sair de casa.
Aprenda conhecimentos pontuais em um curto espaço de tempo.
“Gostaria de agradecer toda a família por fazer parte da minha conquista. Obrigada.”
“Gostaria de agradecer toda a família por fazer parte da minha conquista. Obrigada.”
“Gostaria de agradecer toda a família por fazer parte da minha conquista. Obrigada.”
“Gostaria de agradecer toda a família por fazer parte da minha conquista. Obrigada.”
Os cursos de pós-graduação lato sensu são programas de nível superior, de educação continuada, com os objetivos de complementar a formação acadêmica, atualizar, incorporar competências técnicas e desenvolver novos perfis profissionais, com vistas ao aprimoramento da atuação no mundo do trabalho e ao atendimento de demandas por profissionais tecnicamente mais qualificados para o setor público, as empresas e as organizações do terceiro setor, tendo em vista o desenvolvimento do país.
Porque o mercado de trabalho tem exigido profissionais cada vez mais qualificados e capazes de suprir suas demandas em diferentes áreas. Nesse sentido, a pós-graduação é a porta de entrada para novas oportunidades na carreira de qualquer profissional.
Atualmente, diante de um mercado altamente concorrido, é preciso ir além da graduação e se tornou indispensável ser um profissional especialista, para quem quer estar um passo à frente dos seus concorrentes.
A pós-graduação é uma ferramenta valiosa porque serve para você se aperfeiçoar, de forma aprofundada, em áreas específicas de sua formação. Ao cursar uma pós-graduação, você desenvolve habilidades e competências importantes para sua atuação que são valorizadas pelo mercado.
Agregar valor ao seu currículo, conseguir cargos mais elevados, conquistar maiores salários, manter ou elevar seu nível de empregabilidade, redirecionar sua carreira e aumentar sua pontuação na prova de títulos em concursos públicos são apenas alguns dos benefícios de ser pós-graduado.
Segundo a resolução n° 1, de 6 de abril de 2018, do Ministério da Educação (MEC), para fazer uma pós-graduação, é necessário ser diplomado em um curso de graduação (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo). Caso você tenha colado grau, ou seja, se formado, mas ainda não está com o seu diploma, é possível se matricular com a Declaração de Conclusão de Curso. Depois, essa declaração dever ser substituída pelo diploma de graduação.
Atualmente, aqui você encontra mais de 400 opções de cursos de pós-graduação 100% online em nove diferentes áreas do conhecimento. São elas: Direito, Educação, Empresarial, Engenharia, Gestão, Psicologia, Saúde, Sociedade e Tecnologia. Todos os cursos ofertados pelo UniDoctum são devidamente registrados e reconhecidos pelo MEC.
Porque aqui você pode se matricular a qualquer momento e estudar com a mesma qualidade do presencial. Nossos cursos são todos no formato 100% online e estão disponíveis para todo o Brasil. Nosso corpo docente é formado por professores especialistas, mestres e doutores experientes em suas áreas de formação.
Você estuda do seu jeito, de qualquer lugar e a qualquer hora, sem atrapalhar sua rotina. Seja do conforto da sua casa, do seu ambiente de trabalho ou do transporte público, não importa! Basta ter um computador, celular ou tablet com acesso à internet.
Nosso Ambiente Virtual de Aprendizagem, também chamado de “AVA”, é prático, simples e intuitivo. O conteúdo dos cursos é composto por videoaulas, videodicas e apostilas em PDF. Todas as avaliações são feitas de forma online e na nossa biblioteca virtual, você encontra um acervo com diversos e-books à sua disposição.
Além disso, dependendo do seu ritmo de estudos, você pode concluir o seu curso a partir de 6 meses e se tornar o especialista que o mercado deseja com a nossa pós-graduação. E o melhor, com parcelas que cabem no seu bolso e formas de pagamento facilitadas.
Você pode concluir o seu curso entre 6 e 18 meses. O tempo de conclusão depende do seu ritmo de estudo. A partir de 6 meses, se você tiver concluído a sua pós-graduação e atingido a nota média em todas as disciplinas, já pode receber o seu certificado.
Caso não termine dentro do prazo de 18 meses, você tem a opção de estender o seu curso por mais 6 meses sem pagar nada a mais por isso.
Sim. O certificado tem o mesmo peso e reconhecimento que o de um curso presencial. Ele é emitido pelo nosso Centro Universitário, consolidado como uma das maiores instituições de ensino superior (IES) privadas do país, que possui mais de 80 anos de tradição, inovação e experiência no mercado. Desde 2018, somos credenciados pela Portaria nº 1.255, do Ministério da Educação (MEC), para a oferta e certificação de cursos de pós-graduação a distância.
Não! Você não precisa realizar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Isso porque com a publicação da Resolução nº 1, de 6 de abril de 2018, o TCC deixou de ser obrigatório na pós-graduação lato sensu.
Você pode parcelar as pós-graduações e MBAs online do UniDoctum em até 12x sem juros no cartão de crédito ou pagar à vista no boleto ou no PIX.
Como prezamos pela sua satisfação, você tem até 7 dias, contados a partir da data de pagamento, para conhecer e explorar o conteúdo do nosso curso. Se você não gostar do curso dentro do prazo de 7 dias, nós devolvemos o seu dinheiro. Caso você solicite o reembolso após esse período, não haverá o valor do seu investimento de volta.
Assim como nossa matriz, o Grupo Doctum, um centro educacional que tem um legado de mais de 80 anos de tradição, a nossa missão é transformar a vida das pessoas pela educação e escrever uma história de sucesso.
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