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Segunda a sexta-feira, das 8h às 20h

Neuropsicologia e Educação Infantil

Neuropsicologia e Educação Infantil

A pós-graduação em Neuropsicologia e Educação Infantil é voltada a professores da educação infantil, profissionais da área da psicologia educacional, que atuam no direcionamento à educação infantil, gestores de educação com interesse na aplicação da neuropsicologia no ambiente educacional dedicado à infância e egressos dos cursos de Psicologia e Pedagogia.

Excelência

Curso reconhecido
pelo MEC

Sem TCC

Estude sem medo de
ser reprovado no TCC

Ensino de Qualidade

Professores mestres e doutores

Sobre o curso

A pós-graduação em Neuropsicologia e Educação Infantil preparará o especialista para lidar com as variações do comportamento infantil e as necessidades de adaptação para o aprendizado. A especialização capacitará o profissional para atuar com crianças afetadas por alterações no sistema nervoso ocasionadas por lesões, má formação ou modificações genéticas.

Carga Horária: 1280h

Duração

Você pode concluir o seu curso entre 6 e 18 meses. O tempo de conclusão depende do seu ritmo de estudo. A partir de 6 meses, se você tiver concluído a sua pós, já pode receber o seu certificado. Caso não termine dentro do prazo de 18 meses, você ainda tem a opção de estender o curso por mais 6 meses sem pagar nada a mais por isso.

Investimento

Satisfação garantida ou seu
dinheiro de volta por até 7 dias

De R$1.499,90 | Por

12x

R$ 89,90

À vista no boleto R$1078.80

Programa do curso

O tempo de duração do curso pode variar de acordo com o ritmo de estudo do aluno, mas sempre respeitando o tempo mínimo de 6 meses e o tempo máximo de 18 meses para a conclusão do curso.

Avaliação do Sistema Neurológico

O sistema neurológico é responsável pela interação do organismo com o ambiente, recebendo, analisando e integrando informações. Ele inclui a recepção dessas informações e o envio delas em forma de comando, exercendo movimento tanto reflexo quanto voluntário planejado.

A avaliação desse sistema baseia-se no exame em busca de anormalidades que possam estar comprometendo o estado mental, o desempenho funcional, as funções motoras e sensitivas, o equilíbrio, a coordenação, a postura e a marcha, entre outras.

Para isso, é importante conhecer o funcionamento normal desse sistema, as estruturas responsáveis e como avaliá-lo, incluindo exames neurológicos e instrumentos complementares.

Você vai estudar as características do sistema neurológico e compreender seus métodos de exame, além de conhecer as tecnologias de avaliação disponíveis.

 

Síndromes neurológicas (outras síndromes)

Serão estudadas algumas síndromes neurológicas de origem genética, seus achados clínicos, prognóstico e qual o papel do fisioterapeuta no atendimento das crianças com estas doenças.

Algumas síndromes são mais raras, outras mais comuns, mas a grande maioria afeta tanto aspectos cognitivos, quanto motores e sensitivos da criança.

Além das síndromes genéticas, será estudada também a Síndrome de West, considerada uma síndrome epiléptica secundária generalizada, que ocorre dentro do primeiro ano de vida e acaba levando a um atraso no desenvolvimento psicomotor da criança.

Fases do desenvolvimento humano nas teorias: motora, cognitiva, afetiva e social

O desenvolvimento do ciclo vital inicia na concepção e encerra com a morte do indivíduo. Isto é, o ser humano está sempre em transformação, seja evoluindo ou regredindo as capacidades das diferentes dimensões humanas. 

Para compreender o desenvolvimento humano, é necessário conhecer como ocorre a evolução das capacidades físicas, motoras, cognitivas, afetivas e sociais.

Você conhecerá as principais teorias do desenvolvimento humano, identificará as principais características que ditam a constituição dos sujeitos nas dimensões físicas, motoras, cognitivas e sociais, além de estudar com maior profundidade os conceitos e as características do desenvolvimento afetivo.

 

Desenvolvimento cognitivo e desenvolvimento psicomotor

Estudaremos o desenvolvimento infantil a partir da perspectiva de Jean Piaget, cuja as produções contribuíram para os estudos da psicologia do desenvolvimento.

Políticas Públicas de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente

No percurso histórico, a saúde da criança sempre teve grande enfoque e destaque. Inicialmente, pensava-se mais na prevenção das doenças que levavam as crianças a óbito, bem como daquelas que deixavam sequelas.

No entanto, é importante destacar a importância de ações mais amplas e que não estejam restritas às ações curativas e de tratamento, de reabilitação, mas também de promoção da saúde e de prevenção das doenças e agravos comuns na infância e na adolescência.

Você vai estudar sobre as políticas públicas de saúde para as crianças e adolescentes, além de conhecer as intervenções específicas e as medidas de promoção de saúde, prevenção e proteção de doenças e agravos para cada um desses grupos.

 

Políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente

Ao longo da história o país vivenciou importantes mudanças no que se refere ao atendimento à população infantojuvenil.

Mudanças significativas aconteceram após a promulgação da Constituição Federal de 1988, assim como com a posterior aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990.

Este, por sua vez, apresentou uma nova proposta para a atenção a esse público, rompendo com a visão relacionada à pobreza e à marginalidade presente até então.

Você estudará o desenvolvimento da política de atenção às crianças e aos adolescentes no decorrer da história, assim como seus avanços e retrocessos. Além disso, terá os elementos necessários para realizar uma análise crítica sobre os desafios, os limites e as possibilidades para a implementação dos direitos assegurados às crianças e aos adolescentes.

Intervenção psicopedagógica

A atuação do profissional de psicopedagogia depende de algumas práticas e fatores. A anamnese inicial, a avaliação e o diagnóstico das necessidades do aluno são essenciais para o desenho da intervenção mais adequada às necessidades do indivíduo.

Você vai conhecer os passos para se chegar à intervenção e de que maneira podemos desenvolvê-la.

 

Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) – elementos e intervenção

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é uma condição que se manifesta na pré-escola, porém, seu diagnóstico é facilmente realizado nos primeiros anos do ensino fundamental.

É uma patologia contemporânea que se manifesta com certa frequência, atingindo crianças e adultos, gerando prejuízos diversos e comprometendo sua qualidade de vida.

Você vai conhecer mais sobre o TDAH, quais elementos o compõem e como acontece o processo de intervenção.

O Planejamento na Educação Infantil

planejamento na educação infantil deve ser compreendido como um processo de reflexão, tendo em vista que envolve todas as ações e situações do cotidiano do trabalho pedagógico.

A sua intencionalidade deve traduzir-se no traçar, programar e documentar a proposta de trabalho. Enquanto processo, deve buscar o equilíbrio entre meios e fins e entre recursos e objetivos, tendo em vista a formação integral das crianças de 0 a 5 anos nas instituições de educação infantil.

Você estudará a importância do planejamento na educação infantil. Além disso, compreenderá os principais elementos envolvidos no ato de planejar, assim como vai relacionar os possíveis vínculos entre o planejamento na educação infantil e a garantia dos direitos de aprendizagem das crianças, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

Políticas Públicas para a Educação Infantil

As políticas públicas de educação encaminham quais serão os investimentos para a área e as prioridades na esfera de formação da educação básica.

Com relação à educação infantil, políticas públicas com a concepção de infância que a privilegie, compreenda a criança como um sujeito que possui direitos e que está em um amplo processo de formação como indivíduo e cidadão têm se destacado.

Para a formulação de políticas públicas de educação, observou-se um longo processo: diversas lutas e movimentos sociais.

Você verá quais são as concepções de infância e os principais balizadores da história mundial e nacional que influenciaram a criação de políticas públicas e de financiamento para o desenvolvimento da educação infantil no Brasil.

Processos psicológicos da aprendizagem

A aprendizagem está relacionada à história da humanidade. Algo sempre foi ensinado, apreendido, pensado e também investigado sobre o funcionamento de como essa aprendizagem foi construída.

Por meio desses processos, os indivíduos se adaptaram às condições em que estavam expostas e novos modos de entendimento foram surgindo de acordo com as experiências de cada ser.

Você aprenderá sobre os processos psicológicos que envolvem a aprendizagem, os mecanismos envolvidos em sistemas mentais, os processos psicológicos que envolvem os aspectos cognitivos, afetivos e sociais implicados na aprendizagem, assim como a análise da teoria de aprendizagem, por meio do desenvolvimento de inteligências múltiplas.

 

Teorias da aprendizagem

As teorias da aprendizagem compreendem um amplo espectro de abordagens e conceitos, a partir da visão de diversos teóricos com influência do contexto social e histórico em que estava inserido.

Conforme as pesquisas de muitos teóricos, a aprendizagem pode ser flexível em sua multiplicidade de possibilidades, pois atravessa o tempo e as transformações sociais.

Você conhecerá os principais contribuintes para a psicologia da educação, identificará diferentes correntes teóricas da aprendizagem e, para concluir, vai estudar a relação entre as teorias da aprendizagem e os processos de ensino-aprendizagem.

A aprendizagem pela Lente da Psicologia

aprendizagem humana tem sido objeto de estudo desde a Antiguidade até os dias atuais, dada a sua importância na vida dos indivíduos.

Os estudos realizados, sobretudo por pesquisadores da área da psicologia, não levaram a um consenso sobre a definição, as características e os fatores que influenciam os processos de aprendizagem.

Dessa forma, foram elaboradas diferentes teorias da aprendizagem. Conhecê-las é de suma importância para os profissionais da educação, na medida em que a compreensão dos processos de construção de conhecimento oferece subsídios para o planejamento e a implementação de situações educativas que promovam, efetivamente, a aprendizagem.

Você vai reconhecer a importância dos processos de aprendizagem na definição dos percursos de desenvolvimento dos indivíduos da espécie humana. Você também vai compreender a relação entre os conceitos da psicologia e
​​​​da aprendizagem e vai verificar as contribuições das teorias psicogenéticas para a promoção da aprendizagem.

 

Heutagogia: uma nova forma de aprendizagem

Na percepção das mudanças advindas da sociedade do conhecimento, é possível notar transformações também no campo das estratégias de aprendizagem. Tais mudanças são impulsionadas, em sua maioria, pelas questões tecnológicas e mudanças no perfil de alunos.

Nesse aspecto, se a andragogia é percebida como a ciência de orientação dos alunos na aprendizagem, a heutagogia determina que o estudante é o único responsável pelo processo, no sentido de que quanto mais se erra mais se aprende. Então, em que consiste a heutagogia? É o que estudaremos nesta Unidade de Aprendizagem.

Escolas psicológicas e os processos de aprendizagem

Imagine que você está olhando fotos e vídeos de quando seu filho era pequeno. Você se diverte com o jeito como ele dizia algumas palavras e com a dificuldade dele em encaixar objetos simples. Na idade que ele tem hoje, essas dificuldades não soariam engraçadas.

O processo que permite que se desenvolvam competências, como as mencionadas acima, se chama aprendizagem. A aprendizagem depende, obviamente, da maturação e do crescimento. Porém, outros aspectos, como experiência, ambiente, estímulo, motivação e significado são também importantes. Esses aspectos são estudados pelas teorias da aprendizagem.

As teorias da aprendizagem são aqueles modelos teóricos que explicam como ocorrem os processos de aprendizagem.

Elas são objeto de interesse tanto da psicologia quanto da educação. As teorias embasam as práticas pedagógicas e educacionais, permitindo a concepção de propostas adequadas às reais necessidades de cada público e objetivo.

Você conhecerá as principais teorias da aprendizagem e o modo como elas determinam os processos de aprendizagem formais e informais.

 

Escola Psicológica: Teoria Cognitivista

Estudaremos a teoria cognitivista, mais precisamente os teóricos Piaget e Vygotsky, que pesquisaram largamente o construtivismo/cognitivismo.

Este estudo científico da psicologia está voltado ao desenvolvimento do sujeito quanto a sua aprendizagem, ou seja, é a capacidade de desenvolver habilidades de aprender.

As teorias de Piaget e de Vygostky (Vigotski) ocupam-se deste desenvolvimento, sendo o primeiro através de fases do desenvolvimento biológico e o segundo através das relações sociais e interpessoais.

Primeira infância: desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial

A definição de primeira infância é muito variada, a depender do autor e de quais dimensões estão sendo abordadas. Alguns autores apontam que ela vai desde o nascimento até os dois anos, outros afirmam que vai até os 3 anos de idade. Outra denominação utilizada é fase pré-escolar.

Independente da classificação, compreender quais são as modificações e transformações que ocorrem nesta fase pode auxiliar no entendimento destas classificações.

Você vai conhecer quais são os principais processos envolvidos no desenvolvimento da primeira infância, tanto no âmbito físico ou motor, quanto no cognitivo e no psicossocial.

Ainda vai estudar como diversos fatores irão interagir de modo a influenciar essas transformações, podendo haver repercussões positivas ou até negativas no futuro. Por fim, vai aprender como o profissional de Educação Física pode intervir durante esta fase na elaboração de atividades, bem como na orientação para pais e familiares sobre a prática de atividade física.

 

Segunda infância: desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial

Compreender as diferentes etapas do desenvolvimento humano permite analisar como as diferentes pessoas, em diferentes faixas etárias, interagem com o ambiente e quais são suas capacidades e limitações. 

Todo desenvolvimento, seja ele físico, motor, cognitivo ou afetivo, é determinado geneticamente, no entanto, as modificações e interações ambientais terão influência significativa, potencializando ou restringindo o máximo do desenvolvimento.

Você irá estudar quais são as principais modificações ocorridas durante a segunda infância e quais fatores irão influenciar nessas transformações.

Dessa forma, conhecerá quais são as características do desenvolvimento físico e motor, bem como cognitivo e afetivo da criança. Ainda, aprenderá como o profissional de educação física pode atuar na promoção e orientação para a prática de exercício físico nessa faixa etária, de acordo com as principais recomendações nacionais e internacionais.

O ciclo da vida e as teorias de desenvolvimento

O desenvolvimento humano é uma área de estudo científico que se dedica a compreender e explicar como ocorrem os processos de transformação e estabilidade ao longo de todo o ciclo vital.

É um campo que está em constante evolução: inicialmente focava apenas na infância, hoje as suas teorias consideram que o processo de desenvolvimento contempla toda a vida, desde a concepção até a maturidade.

Compreender como os processos de desenvolvimento ocorrem pode causar grande impacto na maneira como a educação, a saúde e a criação das pessoas são realizadas.

Você vai conhecer o ciclo vital e as principais teorias do desenvolvimento. Para isso, estudará as etapas do desenvolvimento psicossexual propostas por Freud, aprenderá a reconhecer o desenvolvimento psicossocial à luz de Erikson e a mapear o desenvolvimento motor e cognitivo desde a infância até a velhice.

 

Desenvolvimento cognitivo: fases, características e comportamentos

O desenvolvimento ocorre desde a etapa embrionária até o fim da vida. Nas inúmeras fases pelas quais o ser humano passa, o desenvolvimento ocorre de variadas formas, como sendo motor, social e cognitivo.

desenvolvimento cognitivo apresenta características inerentes ao ser humano, e, para desenvolvê-lo, alguns elementos são essenciais, como a memória, a percepção, a atenção e o raciocínio. Jean Piaget é o autor destaque nos estudos sobre o desenvolvimento cognitivo e traz conceitos como a acomodação e a assimilação, bem como as fases de cada criança nesse desenvolvimento.

Serão apresentados os conceitos e as características do desenvolvimento cognitivo.

Família e convivência no ambiente escolar

A relação entre família e escola é um desafio para quase todas as instituições de ensino. Isso porque se reconhece que o espaço de aprendizagem já não pode mais ser pensado de forma restrita à escola ou à sala de aula, assim como não cabe mais conceber a participação familiar como exclusiva ao ambiente de casa.

A interação entre família e escola é essencial, já que o desenvolvimento de crianças e adolescentes não acontece de maneira isolada nos diversos espaços que frequentam.

A relação família-escola resulta em diversos benefícios e, nesse contexto, se discute que ambas podem alinhar as expectativas, discutir democraticamente os anseios e as responsabilidades, pois, afinal, o objetivo comum da relação é garantir que o processo de desenvolvimento e aprendizagem transcorra conforme o planejado.

É fundamental que a relação família-escola seja estabelecida de modo saudável, contribuindo para o fortalecimento da confiança, das responsabilidades compartilhadas e definidas, bem como para o envolvimento necessário à formação integral das crianças.

Você vai compreender que, para uma convivência harmoniosa entre família e escola, faz-se necessário estabelecer e seguir normas de convivência.

Contar com a participação da família no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças é o desejo de toda escola e, para que essa parceria aconteça, você vai aprender sobre a função da família no ambiente escolar, vai conhecer algumas possibilidades de ações que podem ser desenvolvidas para aproximar a família do ambiente da escola e ​​​​​​​discutir a importância da participação da família na gestão da escola.

 

Ambientes de convivência escolar

A escola é uma instituição social que surgiu na Europa no século XVIII e se consolidou ao redor do mundo ao longo dos séculos XIX e XX, segundo Varela & Alvarez-Uria (1992), tendo como principal finalidade inicial a transmissão dos conhecimentos acumulados da cultura humana ao longo da história.

Ao final do século XX, principalmente associado com as novas exigências de um mundo global e impulsionado pelas tecnologias de informação e comunicação digitais, a aprendizagem passou a ser essencial para a vida das pessoas, bem como a necessária formação para o convívio social harmônico.

Dessa forma, a escola reconfigura suas finalidades, apropriando-se mais da sua função social da escola, onde se discutem e organizam normas comuns para uma vida harmônica dentro dos espaços internos e externos que compõem o ambiente escolar.

Ambiente que permite que os estudantes possam se relacionar com os seus pares e demais adultos que compõem a comunidade escolar.

Você irá aprender sobre a importância da escola como espaço de convivência e aprendizagem das crianças para a vida em sociedade, o que ocorre nos seus múltiplos espaços existentes e a partir de suas regras de convívio estabelecidas e compartilhadas entre todos.

Promoção da igualdade de gênero e de orientação sexual

A promoção de igualdade de gênero e de orientação sexual é um fator relevante para a sociedade. Sua afirmação ou negação atingiram discussões em diversas áreas do saber e em diversos âmbitos institucionais.

No entanto, perceba que é comum que aconteçam alguns enganos em torno de conceitos como gênero, sexo biológico, identidade sexual e orientação sexual.

Você verá como o conceito de gênero está relacionado na cultura, como os discursos disputam o espaço político de promoção da igualdade de gênero ou da manutenção do status quo e poderá observar as diferenças entre os conceitos de gênero, sexo biológico e orientação sexual.

 

Identidades de Gênero

Um comportamento típico de cada sexo é notado nos indivíduos a partir dos 18 meses. No desenrolar do desenvolvimento infanto-juvenil, é possível perceber entre meninos e meninas, uma tendência a regras mais rígidas em relação ao modo diferenciado sobre como se vestem, se expressam e se divertem.

Na atualidade, contudo, mesmo entre as crianças, existe certa consciência de que essas regras são convenções sociais. Neste contexto, as regras e os papéis para os diferentes gêneros não são mais vistas como incontestáveis.

Esta disciplina versa sobre a temática das identidades de gênero, considerando a importância do acolhimento da diversidade, que irrompe os padrões da chamada normatividade.

Ludicidade: o jogo e a brincadeira

Por muitos anos, as atividades lúdicas eram sinônimos de ociosidade e de distração apenas. Entretanto, muitos teóricos desenvolveram suas abordagens ressaltando que o jogo é uma atividade humana essencial ao desenvolvimento da linguagem, da inteligência e das habilidades sociais. 

A partir dessas abordagens, muitos conceitos surgiram acerca da ludicidade, embora todos considerem os mesmos elementos de expressão nas atividades lúdicas.

Dessa forma, ainda que os jogos lúdicos sejam predominantemente voltados à infância, eles encontram possibilidades de desenvolvimento em pessoas de todas as idades, como na população idosa, por exemplo, que a cada dia tem aumentado.

Você vai conhecer os principais conceitos formados acerca da ludicidade, assim como vai entender quais possibilidades as atividades lúdicas encontram no contexto educacional, social e para a população idosa.

 

Criatividade na Educação Infantil

Trabalharemos a docência como uma atividade criativa e a necessidade de desenvolver a criatividade das crianças, a partir de uma prática criativa.

Educação infantil e a Base Nacional Comum

O ato de educar vai muito além do mero ensino de conceitos e conteúdos. Em termos práticos, a verdadeira educação deve elevar a criança à estatura de uma pessoa virtuosa, pronta para assumir sua vocação.

Contudo, existe uma diferença entre o ideal de educação e o processo de ensino-aprendizagem atualmente implementado.

Hoje em dia, o profissional de Educação Física que atua no ensino infantil deve orquestrar sua prática pedagógica com base no que dispõe a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de 2017.

Nela, os conceitos e conteúdos estão organizados em direitos de aprendizagem e diferentes campos de experiências; dentre eles, o item “Corpo, gestos e movimentos” é o que mais dialoga com a cultura corporal de movimento, objeto de ensino da Educação Física escolar (BNCC, 2017).

Embora essa disciplina, em muitas instituições de ensino infantil, não seja regida por um especialista na área, é certo que por intermédio do movimento humano a criança conhece a si mesma e explora seu entorno.

Desse modo, ganha importância a sistematização do ensino do movimento humano por intermédio das interações e brincadeiras, consideradas eixos estruturantes da prática pedagógica nessa fase da escolarização.

Você vai reconhecer a importância da BNCC enquanto eixo estruturante das propostas pedagógicas na Educação Infantil. Somado a isso, vai identificar os campos de experiências e os objetivos de aprendizagem direcionados a estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e socioemocional de bebês, crianças bem pequenas e pequenas.

Por fim, vai conferir como o ensino da Educação Física na Educação Infantil pode estimular o desenvolvimento integral das crianças.

 

Fundamentos da educação infantil

Trabalharemos a concepção da educação infantil e da criança. Veremos, também, a concepção de um currículo pautado nos processos do cuidar e educar, em práticas educativas de produção de sentidos e de criação de significados pela criança.

Perfil e comportamento empreendedores

Ao longo da evolução da sociedade, o homem sempre buscou melhorar suas condições de vida e inovar diante das tecnologias oferecidas.

De uma forma ou de outra, sempre houve quem pensasse em soluções não imaginadas ou em alternativas para os grandes desafios de cada época. Ou seja, sempre existiram atitudes empreendedoras na vida em sociedade.

O termo empreendedorismo, no entanto, não é assim tão antigo. Desde as suas primeiras colocações na Europa, são feitas algumas correlações com os primeiros grandes feitos da humanidade como forma de demonstrar a atitude visionária e a atuação dinâmica de um empreendedor.

Você verá sobre o tema do empreendedorismo, identificando origens, destaques, evolução de conceitos e as características de um empreendedor. Além disso, poderá refletir sobre suas próprias habilidades e atitudes diante desse importante tema.

 

O empreendedorismo e a mentalidade empreendedora

As mudanças tecnológicas, sociais, ambientais e políticas que as nações têm sofrido na contemporaneidade geram na sociedade grande instabilidade e dúvidas em relação a que caminho seguir.

Porém é justamente em cenários de incertezas e de desafios que a temática do empreendedorismo emerge com maior vigor e vislumbra novas oportunidades.

No contexto brasileiro, observa-se que o empreendedorismo tem sido uma opção de investimento para muitas pessoas, por necessidade ou por escolha.

O Microempreendedor Individual (MEI), por exemplo, é uma das modalidades de abertura de negócios muito aplicada atualmente, pois permite que as pessoas prestem serviços a grandes empresas de forma independente.

Você apreenderá como se caracteriza o empreendedorismo e sua relevância atual, refletirá sobre o funcionamento de um projeto empreendedor na prática e compreenderá como funciona a mente do empreendedor em seu processo criativo.

Seu Currículo no futuro

Seu nome

Pós-Graduação em

Neuropsicologia e Educação Infantil

Nível: Especialista

Certificado UniDoctum

A pós-graduação em Neuropsicologia e Educação Infantil é voltada a professores da educação infantil, profissionais da área da psicologia educacional, que atuam no direcionamento à educação infantil, gestores de educação com interesse na aplicação da neuropsicologia no ambiente educacional dedicado à infância e egressos dos cursos de Psicologia e Pedagogia.

Investimento

Satisfação garantida ou seu
dinheiro de volta por até 7 dias

De R$1.499,90 | Por

12x

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Sobre o curso

A pós-graduação em Neuropsicologia e Educação Infantil preparará o especialista para lidar com as variações do comportamento infantil e as necessidades de adaptação para o aprendizado. A especialização capacitará o profissional para atuar com crianças afetadas por alterações no sistema nervoso ocasionadas por lesões, má formação ou modificações genéticas.

Carga Horária: 1280h

Duração

Você pode concluir o seu curso entre 6 e 18 meses. O tempo de conclusão depende do seu ritmo de estudo. A partir de 6 meses, se você tiver concluído a sua pós, já pode receber o seu certificado. Caso não termine dentro do prazo de 18 meses, você ainda tem a opção de estender o curso por mais 6 meses sem pagar nada a mais por isso.

Excelência

Curso reconhecido
pelo MEC

Sem TCC

Estude sem medo de
ser reprovado no TCC

Ensino de Qualidade

Professores mestres e doutores

Seu nome

Pós-Graduação em

Neuropsicologia e Educação Infantil

Nível: Especialista

Certificado UniDoctum

Programa do curso

O tempo de duração do curso pode variar de acordo com o ritmo de estudo do aluno, mas sempre respeitando o tempo mínimo de 6 meses e o tempo máximo de 18 meses para a conclusão do curso.

Avaliação do Sistema Neurológico

O sistema neurológico é responsável pela interação do organismo com o ambiente, recebendo, analisando e integrando informações. Ele inclui a recepção dessas informações e o envio delas em forma de comando, exercendo movimento tanto reflexo quanto voluntário planejado.

A avaliação desse sistema baseia-se no exame em busca de anormalidades que possam estar comprometendo o estado mental, o desempenho funcional, as funções motoras e sensitivas, o equilíbrio, a coordenação, a postura e a marcha, entre outras.

Para isso, é importante conhecer o funcionamento normal desse sistema, as estruturas responsáveis e como avaliá-lo, incluindo exames neurológicos e instrumentos complementares.

Você vai estudar as características do sistema neurológico e compreender seus métodos de exame, além de conhecer as tecnologias de avaliação disponíveis.

 

Síndromes neurológicas (outras síndromes)

Serão estudadas algumas síndromes neurológicas de origem genética, seus achados clínicos, prognóstico e qual o papel do fisioterapeuta no atendimento das crianças com estas doenças.

Algumas síndromes são mais raras, outras mais comuns, mas a grande maioria afeta tanto aspectos cognitivos, quanto motores e sensitivos da criança.

Além das síndromes genéticas, será estudada também a Síndrome de West, considerada uma síndrome epiléptica secundária generalizada, que ocorre dentro do primeiro ano de vida e acaba levando a um atraso no desenvolvimento psicomotor da criança.

Fases do desenvolvimento humano nas teorias: motora, cognitiva, afetiva e social

O desenvolvimento do ciclo vital inicia na concepção e encerra com a morte do indivíduo. Isto é, o ser humano está sempre em transformação, seja evoluindo ou regredindo as capacidades das diferentes dimensões humanas. 

Para compreender o desenvolvimento humano, é necessário conhecer como ocorre a evolução das capacidades físicas, motoras, cognitivas, afetivas e sociais.

Você conhecerá as principais teorias do desenvolvimento humano, identificará as principais características que ditam a constituição dos sujeitos nas dimensões físicas, motoras, cognitivas e sociais, além de estudar com maior profundidade os conceitos e as características do desenvolvimento afetivo.

 

Desenvolvimento cognitivo e desenvolvimento psicomotor

Estudaremos o desenvolvimento infantil a partir da perspectiva de Jean Piaget, cuja as produções contribuíram para os estudos da psicologia do desenvolvimento.

Políticas Públicas de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente

No percurso histórico, a saúde da criança sempre teve grande enfoque e destaque. Inicialmente, pensava-se mais na prevenção das doenças que levavam as crianças a óbito, bem como daquelas que deixavam sequelas.

No entanto, é importante destacar a importância de ações mais amplas e que não estejam restritas às ações curativas e de tratamento, de reabilitação, mas também de promoção da saúde e de prevenção das doenças e agravos comuns na infância e na adolescência.

Você vai estudar sobre as políticas públicas de saúde para as crianças e adolescentes, além de conhecer as intervenções específicas e as medidas de promoção de saúde, prevenção e proteção de doenças e agravos para cada um desses grupos.

 

Políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente

Ao longo da história o país vivenciou importantes mudanças no que se refere ao atendimento à população infantojuvenil.

Mudanças significativas aconteceram após a promulgação da Constituição Federal de 1988, assim como com a posterior aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990.

Este, por sua vez, apresentou uma nova proposta para a atenção a esse público, rompendo com a visão relacionada à pobreza e à marginalidade presente até então.

Você estudará o desenvolvimento da política de atenção às crianças e aos adolescentes no decorrer da história, assim como seus avanços e retrocessos. Além disso, terá os elementos necessários para realizar uma análise crítica sobre os desafios, os limites e as possibilidades para a implementação dos direitos assegurados às crianças e aos adolescentes.

Intervenção psicopedagógica

A atuação do profissional de psicopedagogia depende de algumas práticas e fatores. A anamnese inicial, a avaliação e o diagnóstico das necessidades do aluno são essenciais para o desenho da intervenção mais adequada às necessidades do indivíduo.

Você vai conhecer os passos para se chegar à intervenção e de que maneira podemos desenvolvê-la.

 

Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) – elementos e intervenção

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é uma condição que se manifesta na pré-escola, porém, seu diagnóstico é facilmente realizado nos primeiros anos do ensino fundamental.

É uma patologia contemporânea que se manifesta com certa frequência, atingindo crianças e adultos, gerando prejuízos diversos e comprometendo sua qualidade de vida.

Você vai conhecer mais sobre o TDAH, quais elementos o compõem e como acontece o processo de intervenção.

O Planejamento na Educação Infantil

planejamento na educação infantil deve ser compreendido como um processo de reflexão, tendo em vista que envolve todas as ações e situações do cotidiano do trabalho pedagógico.

A sua intencionalidade deve traduzir-se no traçar, programar e documentar a proposta de trabalho. Enquanto processo, deve buscar o equilíbrio entre meios e fins e entre recursos e objetivos, tendo em vista a formação integral das crianças de 0 a 5 anos nas instituições de educação infantil.

Você estudará a importância do planejamento na educação infantil. Além disso, compreenderá os principais elementos envolvidos no ato de planejar, assim como vai relacionar os possíveis vínculos entre o planejamento na educação infantil e a garantia dos direitos de aprendizagem das crianças, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

Políticas Públicas para a Educação Infantil

As políticas públicas de educação encaminham quais serão os investimentos para a área e as prioridades na esfera de formação da educação básica.

Com relação à educação infantil, políticas públicas com a concepção de infância que a privilegie, compreenda a criança como um sujeito que possui direitos e que está em um amplo processo de formação como indivíduo e cidadão têm se destacado.

Para a formulação de políticas públicas de educação, observou-se um longo processo: diversas lutas e movimentos sociais.

Você verá quais são as concepções de infância e os principais balizadores da história mundial e nacional que influenciaram a criação de políticas públicas e de financiamento para o desenvolvimento da educação infantil no Brasil.

Processos psicológicos da aprendizagem

A aprendizagem está relacionada à história da humanidade. Algo sempre foi ensinado, apreendido, pensado e também investigado sobre o funcionamento de como essa aprendizagem foi construída.

Por meio desses processos, os indivíduos se adaptaram às condições em que estavam expostas e novos modos de entendimento foram surgindo de acordo com as experiências de cada ser.

Você aprenderá sobre os processos psicológicos que envolvem a aprendizagem, os mecanismos envolvidos em sistemas mentais, os processos psicológicos que envolvem os aspectos cognitivos, afetivos e sociais implicados na aprendizagem, assim como a análise da teoria de aprendizagem, por meio do desenvolvimento de inteligências múltiplas.

 

Teorias da aprendizagem

As teorias da aprendizagem compreendem um amplo espectro de abordagens e conceitos, a partir da visão de diversos teóricos com influência do contexto social e histórico em que estava inserido.

Conforme as pesquisas de muitos teóricos, a aprendizagem pode ser flexível em sua multiplicidade de possibilidades, pois atravessa o tempo e as transformações sociais.

Você conhecerá os principais contribuintes para a psicologia da educação, identificará diferentes correntes teóricas da aprendizagem e, para concluir, vai estudar a relação entre as teorias da aprendizagem e os processos de ensino-aprendizagem.

A aprendizagem pela Lente da Psicologia

aprendizagem humana tem sido objeto de estudo desde a Antiguidade até os dias atuais, dada a sua importância na vida dos indivíduos.

Os estudos realizados, sobretudo por pesquisadores da área da psicologia, não levaram a um consenso sobre a definição, as características e os fatores que influenciam os processos de aprendizagem.

Dessa forma, foram elaboradas diferentes teorias da aprendizagem. Conhecê-las é de suma importância para os profissionais da educação, na medida em que a compreensão dos processos de construção de conhecimento oferece subsídios para o planejamento e a implementação de situações educativas que promovam, efetivamente, a aprendizagem.

Você vai reconhecer a importância dos processos de aprendizagem na definição dos percursos de desenvolvimento dos indivíduos da espécie humana. Você também vai compreender a relação entre os conceitos da psicologia e
​​​​da aprendizagem e vai verificar as contribuições das teorias psicogenéticas para a promoção da aprendizagem.

 

Heutagogia: uma nova forma de aprendizagem

Na percepção das mudanças advindas da sociedade do conhecimento, é possível notar transformações também no campo das estratégias de aprendizagem. Tais mudanças são impulsionadas, em sua maioria, pelas questões tecnológicas e mudanças no perfil de alunos.

Nesse aspecto, se a andragogia é percebida como a ciência de orientação dos alunos na aprendizagem, a heutagogia determina que o estudante é o único responsável pelo processo, no sentido de que quanto mais se erra mais se aprende. Então, em que consiste a heutagogia? É o que estudaremos nesta Unidade de Aprendizagem.

Escolas psicológicas e os processos de aprendizagem

Imagine que você está olhando fotos e vídeos de quando seu filho era pequeno. Você se diverte com o jeito como ele dizia algumas palavras e com a dificuldade dele em encaixar objetos simples. Na idade que ele tem hoje, essas dificuldades não soariam engraçadas.

O processo que permite que se desenvolvam competências, como as mencionadas acima, se chama aprendizagem. A aprendizagem depende, obviamente, da maturação e do crescimento. Porém, outros aspectos, como experiência, ambiente, estímulo, motivação e significado são também importantes. Esses aspectos são estudados pelas teorias da aprendizagem.

As teorias da aprendizagem são aqueles modelos teóricos que explicam como ocorrem os processos de aprendizagem.

Elas são objeto de interesse tanto da psicologia quanto da educação. As teorias embasam as práticas pedagógicas e educacionais, permitindo a concepção de propostas adequadas às reais necessidades de cada público e objetivo.

Você conhecerá as principais teorias da aprendizagem e o modo como elas determinam os processos de aprendizagem formais e informais.

 

Escola Psicológica: Teoria Cognitivista

Estudaremos a teoria cognitivista, mais precisamente os teóricos Piaget e Vygotsky, que pesquisaram largamente o construtivismo/cognitivismo.

Este estudo científico da psicologia está voltado ao desenvolvimento do sujeito quanto a sua aprendizagem, ou seja, é a capacidade de desenvolver habilidades de aprender.

As teorias de Piaget e de Vygostky (Vigotski) ocupam-se deste desenvolvimento, sendo o primeiro através de fases do desenvolvimento biológico e o segundo através das relações sociais e interpessoais.

Primeira infância: desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial

A definição de primeira infância é muito variada, a depender do autor e de quais dimensões estão sendo abordadas. Alguns autores apontam que ela vai desde o nascimento até os dois anos, outros afirmam que vai até os 3 anos de idade. Outra denominação utilizada é fase pré-escolar.

Independente da classificação, compreender quais são as modificações e transformações que ocorrem nesta fase pode auxiliar no entendimento destas classificações.

Você vai conhecer quais são os principais processos envolvidos no desenvolvimento da primeira infância, tanto no âmbito físico ou motor, quanto no cognitivo e no psicossocial.

Ainda vai estudar como diversos fatores irão interagir de modo a influenciar essas transformações, podendo haver repercussões positivas ou até negativas no futuro. Por fim, vai aprender como o profissional de Educação Física pode intervir durante esta fase na elaboração de atividades, bem como na orientação para pais e familiares sobre a prática de atividade física.

 

Segunda infância: desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial

Compreender as diferentes etapas do desenvolvimento humano permite analisar como as diferentes pessoas, em diferentes faixas etárias, interagem com o ambiente e quais são suas capacidades e limitações. 

Todo desenvolvimento, seja ele físico, motor, cognitivo ou afetivo, é determinado geneticamente, no entanto, as modificações e interações ambientais terão influência significativa, potencializando ou restringindo o máximo do desenvolvimento.

Você irá estudar quais são as principais modificações ocorridas durante a segunda infância e quais fatores irão influenciar nessas transformações.

Dessa forma, conhecerá quais são as características do desenvolvimento físico e motor, bem como cognitivo e afetivo da criança. Ainda, aprenderá como o profissional de educação física pode atuar na promoção e orientação para a prática de exercício físico nessa faixa etária, de acordo com as principais recomendações nacionais e internacionais.

O ciclo da vida e as teorias de desenvolvimento

O desenvolvimento humano é uma área de estudo científico que se dedica a compreender e explicar como ocorrem os processos de transformação e estabilidade ao longo de todo o ciclo vital.

É um campo que está em constante evolução: inicialmente focava apenas na infância, hoje as suas teorias consideram que o processo de desenvolvimento contempla toda a vida, desde a concepção até a maturidade.

Compreender como os processos de desenvolvimento ocorrem pode causar grande impacto na maneira como a educação, a saúde e a criação das pessoas são realizadas.

Você vai conhecer o ciclo vital e as principais teorias do desenvolvimento. Para isso, estudará as etapas do desenvolvimento psicossexual propostas por Freud, aprenderá a reconhecer o desenvolvimento psicossocial à luz de Erikson e a mapear o desenvolvimento motor e cognitivo desde a infância até a velhice.

 

Desenvolvimento cognitivo: fases, características e comportamentos

O desenvolvimento ocorre desde a etapa embrionária até o fim da vida. Nas inúmeras fases pelas quais o ser humano passa, o desenvolvimento ocorre de variadas formas, como sendo motor, social e cognitivo.

desenvolvimento cognitivo apresenta características inerentes ao ser humano, e, para desenvolvê-lo, alguns elementos são essenciais, como a memória, a percepção, a atenção e o raciocínio. Jean Piaget é o autor destaque nos estudos sobre o desenvolvimento cognitivo e traz conceitos como a acomodação e a assimilação, bem como as fases de cada criança nesse desenvolvimento.

Serão apresentados os conceitos e as características do desenvolvimento cognitivo.

Família e convivência no ambiente escolar

A relação entre família e escola é um desafio para quase todas as instituições de ensino. Isso porque se reconhece que o espaço de aprendizagem já não pode mais ser pensado de forma restrita à escola ou à sala de aula, assim como não cabe mais conceber a participação familiar como exclusiva ao ambiente de casa.

A interação entre família e escola é essencial, já que o desenvolvimento de crianças e adolescentes não acontece de maneira isolada nos diversos espaços que frequentam.

A relação família-escola resulta em diversos benefícios e, nesse contexto, se discute que ambas podem alinhar as expectativas, discutir democraticamente os anseios e as responsabilidades, pois, afinal, o objetivo comum da relação é garantir que o processo de desenvolvimento e aprendizagem transcorra conforme o planejado.

É fundamental que a relação família-escola seja estabelecida de modo saudável, contribuindo para o fortalecimento da confiança, das responsabilidades compartilhadas e definidas, bem como para o envolvimento necessário à formação integral das crianças.

Você vai compreender que, para uma convivência harmoniosa entre família e escola, faz-se necessário estabelecer e seguir normas de convivência.

Contar com a participação da família no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças é o desejo de toda escola e, para que essa parceria aconteça, você vai aprender sobre a função da família no ambiente escolar, vai conhecer algumas possibilidades de ações que podem ser desenvolvidas para aproximar a família do ambiente da escola e ​​​​​​​discutir a importância da participação da família na gestão da escola.

 

Ambientes de convivência escolar

A escola é uma instituição social que surgiu na Europa no século XVIII e se consolidou ao redor do mundo ao longo dos séculos XIX e XX, segundo Varela & Alvarez-Uria (1992), tendo como principal finalidade inicial a transmissão dos conhecimentos acumulados da cultura humana ao longo da história.

Ao final do século XX, principalmente associado com as novas exigências de um mundo global e impulsionado pelas tecnologias de informação e comunicação digitais, a aprendizagem passou a ser essencial para a vida das pessoas, bem como a necessária formação para o convívio social harmônico.

Dessa forma, a escola reconfigura suas finalidades, apropriando-se mais da sua função social da escola, onde se discutem e organizam normas comuns para uma vida harmônica dentro dos espaços internos e externos que compõem o ambiente escolar.

Ambiente que permite que os estudantes possam se relacionar com os seus pares e demais adultos que compõem a comunidade escolar.

Você irá aprender sobre a importância da escola como espaço de convivência e aprendizagem das crianças para a vida em sociedade, o que ocorre nos seus múltiplos espaços existentes e a partir de suas regras de convívio estabelecidas e compartilhadas entre todos.

Promoção da igualdade de gênero e de orientação sexual

A promoção de igualdade de gênero e de orientação sexual é um fator relevante para a sociedade. Sua afirmação ou negação atingiram discussões em diversas áreas do saber e em diversos âmbitos institucionais.

No entanto, perceba que é comum que aconteçam alguns enganos em torno de conceitos como gênero, sexo biológico, identidade sexual e orientação sexual.

Você verá como o conceito de gênero está relacionado na cultura, como os discursos disputam o espaço político de promoção da igualdade de gênero ou da manutenção do status quo e poderá observar as diferenças entre os conceitos de gênero, sexo biológico e orientação sexual.

 

Identidades de Gênero

Um comportamento típico de cada sexo é notado nos indivíduos a partir dos 18 meses. No desenrolar do desenvolvimento infanto-juvenil, é possível perceber entre meninos e meninas, uma tendência a regras mais rígidas em relação ao modo diferenciado sobre como se vestem, se expressam e se divertem.

Na atualidade, contudo, mesmo entre as crianças, existe certa consciência de que essas regras são convenções sociais. Neste contexto, as regras e os papéis para os diferentes gêneros não são mais vistas como incontestáveis.

Esta disciplina versa sobre a temática das identidades de gênero, considerando a importância do acolhimento da diversidade, que irrompe os padrões da chamada normatividade.

Ludicidade: o jogo e a brincadeira

Por muitos anos, as atividades lúdicas eram sinônimos de ociosidade e de distração apenas. Entretanto, muitos teóricos desenvolveram suas abordagens ressaltando que o jogo é uma atividade humana essencial ao desenvolvimento da linguagem, da inteligência e das habilidades sociais. 

A partir dessas abordagens, muitos conceitos surgiram acerca da ludicidade, embora todos considerem os mesmos elementos de expressão nas atividades lúdicas.

Dessa forma, ainda que os jogos lúdicos sejam predominantemente voltados à infância, eles encontram possibilidades de desenvolvimento em pessoas de todas as idades, como na população idosa, por exemplo, que a cada dia tem aumentado.

Você vai conhecer os principais conceitos formados acerca da ludicidade, assim como vai entender quais possibilidades as atividades lúdicas encontram no contexto educacional, social e para a população idosa.

 

Criatividade na Educação Infantil

Trabalharemos a docência como uma atividade criativa e a necessidade de desenvolver a criatividade das crianças, a partir de uma prática criativa.

Educação infantil e a Base Nacional Comum

O ato de educar vai muito além do mero ensino de conceitos e conteúdos. Em termos práticos, a verdadeira educação deve elevar a criança à estatura de uma pessoa virtuosa, pronta para assumir sua vocação.

Contudo, existe uma diferença entre o ideal de educação e o processo de ensino-aprendizagem atualmente implementado.

Hoje em dia, o profissional de Educação Física que atua no ensino infantil deve orquestrar sua prática pedagógica com base no que dispõe a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de 2017.

Nela, os conceitos e conteúdos estão organizados em direitos de aprendizagem e diferentes campos de experiências; dentre eles, o item “Corpo, gestos e movimentos” é o que mais dialoga com a cultura corporal de movimento, objeto de ensino da Educação Física escolar (BNCC, 2017).

Embora essa disciplina, em muitas instituições de ensino infantil, não seja regida por um especialista na área, é certo que por intermédio do movimento humano a criança conhece a si mesma e explora seu entorno.

Desse modo, ganha importância a sistematização do ensino do movimento humano por intermédio das interações e brincadeiras, consideradas eixos estruturantes da prática pedagógica nessa fase da escolarização.

Você vai reconhecer a importância da BNCC enquanto eixo estruturante das propostas pedagógicas na Educação Infantil. Somado a isso, vai identificar os campos de experiências e os objetivos de aprendizagem direcionados a estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e socioemocional de bebês, crianças bem pequenas e pequenas.

Por fim, vai conferir como o ensino da Educação Física na Educação Infantil pode estimular o desenvolvimento integral das crianças.

 

Fundamentos da educação infantil

Trabalharemos a concepção da educação infantil e da criança. Veremos, também, a concepção de um currículo pautado nos processos do cuidar e educar, em práticas educativas de produção de sentidos e de criação de significados pela criança.

Perfil e comportamento empreendedores

Ao longo da evolução da sociedade, o homem sempre buscou melhorar suas condições de vida e inovar diante das tecnologias oferecidas.

De uma forma ou de outra, sempre houve quem pensasse em soluções não imaginadas ou em alternativas para os grandes desafios de cada época. Ou seja, sempre existiram atitudes empreendedoras na vida em sociedade.

O termo empreendedorismo, no entanto, não é assim tão antigo. Desde as suas primeiras colocações na Europa, são feitas algumas correlações com os primeiros grandes feitos da humanidade como forma de demonstrar a atitude visionária e a atuação dinâmica de um empreendedor.

Você verá sobre o tema do empreendedorismo, identificando origens, destaques, evolução de conceitos e as características de um empreendedor. Além disso, poderá refletir sobre suas próprias habilidades e atitudes diante desse importante tema.

 

O empreendedorismo e a mentalidade empreendedora

As mudanças tecnológicas, sociais, ambientais e políticas que as nações têm sofrido na contemporaneidade geram na sociedade grande instabilidade e dúvidas em relação a que caminho seguir.

Porém é justamente em cenários de incertezas e de desafios que a temática do empreendedorismo emerge com maior vigor e vislumbra novas oportunidades.

No contexto brasileiro, observa-se que o empreendedorismo tem sido uma opção de investimento para muitas pessoas, por necessidade ou por escolha.

O Microempreendedor Individual (MEI), por exemplo, é uma das modalidades de abertura de negócios muito aplicada atualmente, pois permite que as pessoas prestem serviços a grandes empresas de forma independente.

Você apreenderá como se caracteriza o empreendedorismo e sua relevância atual, refletirá sobre o funcionamento de um projeto empreendedor na prática e compreenderá como funciona a mente do empreendedor em seu processo criativo.

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Lídia Andrade

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“Gostaria de agradecer toda a família por fazer parte da minha conquista. Obrigada.”

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Perguntas frequentes

Os cursos de pós-graduação lato sensu são programas de nível superior, de educação continuada, com os objetivos de complementar a formação acadêmica, atualizar, incorporar competências técnicas e desenvolver novos perfis profissionais, com vistas ao aprimoramento da atuação no mundo do trabalho e ao atendimento de demandas por profissionais tecnicamente mais qualificados para o setor público, as empresas e as organizações do terceiro setor, tendo em vista o desenvolvimento do país.

Porque o mercado de trabalho tem exigido profissionais cada vez mais qualificados e capazes de suprir suas demandas em diferentes áreas. Nesse sentido, a pós-graduação é a porta de entrada para novas oportunidades na carreira de qualquer profissional.

Atualmente, diante de um mercado altamente concorrido, é preciso ir além da graduação e se tornou indispensável ser um profissional especialista, para quem quer estar um passo à frente dos seus concorrentes.

A pós-graduação é uma ferramenta valiosa porque serve para você se aperfeiçoar, de forma aprofundada, em áreas específicas de sua formação. Ao cursar uma pós-graduação, você desenvolve habilidades e competências importantes para sua atuação que são valorizadas pelo mercado.

Agregar valor ao seu currículo, conseguir cargos mais elevados, conquistar maiores salários, manter ou elevar seu nível de empregabilidade, redirecionar sua carreira e aumentar sua pontuação na prova de títulos em concursos públicos são apenas alguns dos benefícios de ser pós-graduado.

Segundo a resolução n° 1, de 6 de abril de 2018, do Ministério da Educação (MEC), para fazer uma pós-graduação, é necessário ser diplomado em um curso de graduação (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo). Caso você tenha colado grau, ou seja, se formado, mas ainda não está com o seu diploma, é possível se matricular com a Declaração de Conclusão de Curso. Depois, essa declaração dever ser substituída pelo diploma de graduação.

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Você pode concluir o seu curso entre 6 e 18 meses. O tempo de conclusão depende do seu ritmo de estudo. A partir de 6 meses, se você tiver concluído a sua pós-graduação e atingido a nota média em todas as disciplinas, já pode receber o seu certificado.

Caso não termine dentro do prazo de 18 meses, você tem a opção de estender o seu curso por mais 6 meses sem pagar nada a mais por isso.

Sim. O certificado tem o mesmo peso e reconhecimento que o de um curso presencial. Ele é emitido pelo nosso Centro Universitário, consolidado como uma das maiores instituições de ensino superior (IES) privadas do país, que possui mais de 80 anos de tradição, inovação e experiência no mercado. Desde 2018, somos credenciados pela Portaria nº 1.255, do Ministério da Educação (MEC), para a oferta e certificação de cursos de pós-graduação a distância.

Não! Você não precisa realizar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Isso porque com a publicação da Resolução nº 1, de 6 de abril de 2018, o TCC deixou de ser obrigatório na pós-graduação lato sensu.

Você pode parcelar as pós-graduações e MBAs online do UniDoctum em até 12x sem juros no cartão de crédito ou pagar à vista no boleto ou no PIX.

Como prezamos pela sua satisfação, você tem até 7 dias, contados a partir da data de pagamento, para conhecer e explorar o conteúdo do nosso curso. Se você não gostar do curso dentro do prazo de 7 dias, nós devolvemos o seu dinheiro. Caso você solicite o reembolso após esse período, não haverá o valor do seu investimento de volta.

 

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